Vivenciamos nas últimas décadas o descaso e a falta de perspectiva que assombram nosso sistema educacional, o que nos faz lembrar com nostalgia da escola de nossa infância, principalmente quando se trata do tema indisciplina e participação familiar, recorremos sempre a fala "no nosso tempo não era assim"...
Mas se refletirmos com franqueza sobre nossas lembranças, deixando de lado o sentimento nostálgico, chegaremos a conclusão que antigamente as escolas atendiam a um número reduzido de crianças, muitas delas eram escolas religiosas e militares, que transmitiam conhecimentos sistematizados e muitas vezes sem sentindo para o aluno, não havia espaço para um aluno crítico e atuante, apenas mais um indivíduo que seguissse com submissão o sistema e as aspirações políticas do momento. Era comum a confusão entre autoridade e autoritarismo dentro de nossas escolas.
Os tempos mudaram, as estruturas familiares também, a escola passou a tomar para si um papel que não lhe cabe, o de educar crianças e adolescentes no sentido completo da palavra, além de transmitir os conceitos sistematizados. O professor muitas vezes vê sua credibilidade profissional abalada ou colocada em xeque, quando não "atende" as demandas que lhe são exigidas.
Precisamos rever de fato qual o papel que nos cabe, pois somos profissionais da educação , não devemos tomar sobre nós o encargo de tutores das crianças que nos são confiadas a cada ano letivo, devemos atentar as armadilhas que incaltos nos emaranhamos, tornando nosso o papel e as responsabilidades que cabem tão somente a família.
Mas se refletirmos com franqueza sobre nossas lembranças, deixando de lado o sentimento nostálgico, chegaremos a conclusão que antigamente as escolas atendiam a um número reduzido de crianças, muitas delas eram escolas religiosas e militares, que transmitiam conhecimentos sistematizados e muitas vezes sem sentindo para o aluno, não havia espaço para um aluno crítico e atuante, apenas mais um indivíduo que seguissse com submissão o sistema e as aspirações políticas do momento. Era comum a confusão entre autoridade e autoritarismo dentro de nossas escolas.
Os tempos mudaram, as estruturas familiares também, a escola passou a tomar para si um papel que não lhe cabe, o de educar crianças e adolescentes no sentido completo da palavra, além de transmitir os conceitos sistematizados. O professor muitas vezes vê sua credibilidade profissional abalada ou colocada em xeque, quando não "atende" as demandas que lhe são exigidas.
Precisamos rever de fato qual o papel que nos cabe, pois somos profissionais da educação , não devemos tomar sobre nós o encargo de tutores das crianças que nos são confiadas a cada ano letivo, devemos atentar as armadilhas que incaltos nos emaranhamos, tornando nosso o papel e as responsabilidades que cabem tão somente a família.
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